O mais importante é cuidar de você.

<p>A psi aqui tá em todas as Redes Sociais. Mas me divirto bem mais atualizando o instagram @psinatalipaes </p><p>Lá tem informações mais rápidas, depoimentos dos meus pacientes e vídeos com dicas e um pouco do meu dia-a-dia.</p><p>Corre lá e me segue!</p>

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Lá tem informações mais rápidas, depoimentos dos meus pacientes e vídeos com dicas e um pouco do meu dia-a-dia.

Corre lá e me segue!

Postado 64 semanas atrás
<p>7 de abril Dia mundial da Saúde! 

Como anda sua saúde? 

“A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.”- OMS</p>

7 de abril Dia mundial da Saúde! Como anda sua saúde? “A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.”- OMS

Postado 277 semanas atrás
<p>O tumblr “O mais importante é cuidar de você” completou 2 anos hoje! São 2 anos publicando informação e cuidando da saúde através dessa conta! Vamos comemorar!</p>

O tumblr “O mais importante é cuidar de você” completou 2 anos hoje! São 2 anos publicando informação e cuidando da saúde através dessa conta! Vamos comemorar!

Postado 281 semanas atrás
<p>como saber se o seu pequeno anda ansioso?</p>

como saber se o seu pequeno anda ansioso?

Postado 285 semanas atrás
<p>De volta ao batente! </p><p>Vamos começar o ano colocando a cuca em ordem e entrar em 2016 com o pé direito? </p><p>Agende sua consulta nos telefones: (62) 4018-6064 ou (62) 99081334.</p>

De volta ao batente! 

Vamos começar o ano colocando a cuca em ordem e entrar em 2016 com o pé direito? 

Agende sua consulta nos telefones: (62) 4018-6064 ou (62) 99081334.

Postado 290 semanas atrás
<p>#setembroamarelo</p>

#setembroamarelo

Postado 306 semanas atrás
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Postado 306 semanas atrás
<p>10 de setembro: Dia dia de combate e prevenção ao suicídio.</p><p>28 brasileiros cometem suicídio por dia. O número é crescente e devemos nos alertar quanto ao tema. O suicídio não é algo distante de nós, muitas vezes, é apenas um assunto velado, que ninguém ousa debater, questionar, entender. <br/>O vizinho que fez um coquetel de remédios, o amigo que se atirou pela janela, a prima que levou um revolver escondido para o quarto, o filho adolescente que forçou lâminas nos pulsos. Essas pessoas estão próximas de nós, não podemos ignorá-las. O assunto não deveria ser tabu, vamos olha-lo com a seriedade que merece. <br/>Os fatores que levam ao suicídio são inúmeros: crise financeira, conjugal, familiar; doenças, alcoolismo e abuso de outras drogas, perdas de pessoas queridas, abusos, sentimentos de solidão, dificuldade em interagir com outras pessoas, ausência de metas, frustração na busca de objetivos, doenças psiquiátricas, rejeição… São incontáveis os motivos, mas todos têm algo em comum: Todos encontraram na morte a única saída para uma situação de sofrimento intolerável, foi o único meio encontrado para cessar uma grande dor psicológica. Todos, com mais cuidados médicos, psicológicos, familiares e de seus amigos, poderiam ter encontrado outras soluções. <br/>Nos cobramos para sermos os melhores, magros e alegres. Vivemos em um mundo onde o virtual se distancia do que vivemos na realidade. As festas, viagens, famílias de comercial, os corpos esbeltos, os sorrisos não refletem as nossas angustias. Somos impelidos a sermos fortes, bem sucedidos em tudo. Não podemos errar, nem temos tempo pra isso. E quem vive a angústia de não suportar os sofrimentos, na maioria das vezes, não foi visto pelo outro. Esse é o nosso papel diário, saber olhar o outro, e tocar a sua angústia. Uma conversa, um café, um olhar atencioso de quem busca ajudar mesmo não sabendo bem o que fazer… Isso está ao nosso alcance diariamente. Lembrando: O suicida não vê outra saída, ele ao menos tem força para encontra-la a esse ponto. <br/>Vamos nos conscientizar de que o suicídio está ao lado, e que existem profissionais que podem auxiliar nesse processo, vamos aprender a enxergar o outro e ler os sinais que essa pessoa dá. <br/>O suicídio raramente é uma decisão repentina, e ali, no planejamento, pode haver um pedido de ajuda.</p><p>Abaixo existem alguns sinais que podem nos alertar para intervir, estender a mão, escutar sem fazer julgamentos e sugerir que a pessoa procure um tratamento psicológico/médico:</p><p>1- Perceber que a pessoa tornou-se depressiva, melancólica (apresenta uma grande tristeza, desesperança e pessimismo);<br/>2- Falar muito acerca da morte, suicídio ou de que não há razões para viver, frases como: “Não aguento mais”, “Estou a pensar acabar com tudo”, “as pessoas ficariam melhor sem mim”; são alertas;<br/>3- Preparativos para a morte: pôr os assuntos em ordem, desfazer-se/oferecer objetos ou bens pessoais valiosos, fazer despedidas ou dizer adeus como se não voltasse a ser visto;<br/>4- Demonstrar uma mudança acentuada de comportamento, atitudes e aparência (perda de interesse nas coisas que eram prazerosas);<br/>5- Ter comportamentos de risco (abuso de fármacos, drogas e álcool, dirigir de forma perigosa)<br/>6-Afastamento ou isolamento social (afastar de família, amigos, faltar a compromissos);<br/>7- Insónia persistente, ansiedade ou angústia permanente;<br/>8- Falta de energia (Queda de rendimento escolar ou profissional, diminuição da libido); <br/>9- Auto-mutilação.</p><p>O nosso olhar e ajuda faz toda a diferença para a pessoa que acha que não é mais “enxergada” pelo mundo. Suicídio é um problema sério e pode ser evitado.</p><p>Por  - <a href="https://www.facebook.com/natalipaespsicologa">Psicóloga - Natali Paes</a></p>

10 de setembro: Dia dia de combate e prevenção ao suicídio.

28 brasileiros cometem suicídio por dia. O número é crescente e devemos nos alertar quanto ao tema. O suicídio não é algo distante de nós, muitas vezes, é apenas um assunto velado, que ninguém ousa debater, questionar, entender.
O vizinho que fez um coquetel de remédios, o amigo que se atirou pela janela, a prima que levou um revolver escondido para o quarto, o filho adolescente que forçou lâminas nos pulsos. Essas pessoas estão próximas de nós, não podemos ignorá-las. O assunto não deveria ser tabu, vamos olha-lo com a seriedade que merece.
Os fatores que levam ao suicídio são inúmeros: crise financeira, conjugal, familiar; doenças, alcoolismo e abuso de outras drogas, perdas de pessoas queridas, abusos, sentimentos de solidão, dificuldade em interagir com outras pessoas, ausência de metas, frustração na busca de objetivos, doenças psiquiátricas, rejeição… São incontáveis os motivos, mas todos têm algo em comum: Todos encontraram na morte a única saída para uma situação de sofrimento intolerável, foi o único meio encontrado para cessar uma grande dor psicológica. Todos, com mais cuidados médicos, psicológicos, familiares e de seus amigos, poderiam ter encontrado outras soluções.
Nos cobramos para sermos os melhores, magros e alegres. Vivemos em um mundo onde o virtual se distancia do que vivemos na realidade. As festas, viagens, famílias de comercial, os corpos esbeltos, os sorrisos não refletem as nossas angustias. Somos impelidos a sermos fortes, bem sucedidos em tudo. Não podemos errar, nem temos tempo pra isso. E quem vive a angústia de não suportar os sofrimentos, na maioria das vezes, não foi visto pelo outro. Esse é o nosso papel diário, saber olhar o outro, e tocar a sua angústia. Uma conversa, um café, um olhar atencioso de quem busca ajudar mesmo não sabendo bem o que fazer… Isso está ao nosso alcance diariamente. Lembrando: O suicida não vê outra saída, ele ao menos tem força para encontra-la a esse ponto.
Vamos nos conscientizar de que o suicídio está ao lado, e que existem profissionais que podem auxiliar nesse processo, vamos aprender a enxergar o outro e ler os sinais que essa pessoa dá.
O suicídio raramente é uma decisão repentina, e ali, no planejamento, pode haver um pedido de ajuda.

Abaixo existem alguns sinais que podem nos alertar para intervir, estender a mão, escutar sem fazer julgamentos e sugerir que a pessoa procure um tratamento psicológico/médico:

1- Perceber que a pessoa tornou-se depressiva, melancólica (apresenta uma grande tristeza, desesperança e pessimismo);
2- Falar muito acerca da morte, suicídio ou de que não há razões para viver, frases como: “Não aguento mais”, “Estou a pensar acabar com tudo”, “as pessoas ficariam melhor sem mim”; são alertas;
3- Preparativos para a morte: pôr os assuntos em ordem, desfazer-se/oferecer objetos ou bens pessoais valiosos, fazer despedidas ou dizer adeus como se não voltasse a ser visto;
4- Demonstrar uma mudança acentuada de comportamento, atitudes e aparência (perda de interesse nas coisas que eram prazerosas);
5- Ter comportamentos de risco (abuso de fármacos, drogas e álcool, dirigir de forma perigosa)
6-Afastamento ou isolamento social (afastar de família, amigos, faltar a compromissos);
7- Insónia persistente, ansiedade ou angústia permanente;
8- Falta de energia (Queda de rendimento escolar ou profissional, diminuição da libido);
9- Auto-mutilação.

O nosso olhar e ajuda faz toda a diferença para a pessoa que acha que não é mais “enxergada” pelo mundo. Suicídio é um problema sério e pode ser evitado.

Por  - Psicóloga - Natali Paes

Postado 306 semanas atrás
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Postado 308 semanas atrás
<p>E hoje é dia do psicólogo, parabéns a todos nós!</p>

E hoje é dia do psicólogo, parabéns a todos nós!

Postado 308 semanas atrás
<p>O consultório! </p>

O consultório! 

Postado 310 semanas atrás

(62)9908-1334

Bom dia!
Gostaria de informar que o telefone da clínica continua indisponível. Para entrar em contato é só ligar no (62) 9908-1334.

Como estou passando muita raiva com o pessoal das operadoras de telefonia, tenho que partir para as técnicas de relaxamento!
Então, hoje vou compartilhar com vocês um link que ensina 7 técnicas de respiração para relaxar antes de se estressar por coisas pequenas.

http://www.minhavida.com.br/bem-estar/galerias/16439-sete-tecnicas-de-respiracao-para-mandar-a-ansiedade-para-bem-longe/#carousel-galeria

Postado 310 semanas atrás
<p>Fique atento aos sinais da depressão em todas as idades.</p>

Fique atento aos sinais da depressão em todas as idades.

Postado 312 semanas atrás
<p>Em breve voltaremos a nos falar através do número (62)40186064, até lá, você pode agendar sua consulta ou tirar suas dúvidas no telefone (62) 99081334.</p>

Em breve voltaremos a nos falar através do número (62)40186064, até lá, você pode agendar sua consulta ou tirar suas dúvidas no telefone (62) 99081334.

Postado 312 semanas atrás
<p>Depressão após os 60!</p>

Depressão após os 60!

Postado 313 semanas atrás
<p>O mais importante é cuidar de você!<br/></p>

O mais importante é cuidar de você!

Postado 313 semanas atrás
<p><b>

Catsaridafobia</b><br/><br/>O nome é complicado, mas a “tradução”é bem simples: Fobia de baratas.<br/><br/>Que as baratas são insetos asquerosos, praticamente todo mundo deve concordar, mas quando o asco passa a se misturar com medo extremo, algo deve ser feito.<br/>Correr e gritar quando encontramos baratas é algo comum na nossa cultura, quando crianças vimos nossos familiares sempre correndo dessas criaturinhas e logo associamos que “se eles que são adultos e fortes estão correndo e gritando, algo de terrível essa coisinha deve fazer”, aprendemos a nos comportar dessa forma, portanto é comum subirmos nas cadeiras ou enfrentarmos a barata com um chinelo na mão como se fossemos digladiar, Mas algumas atitudes caracterizam como fobia e devem ser levadas ao consultório, por exemplo: evitar entrar em lugares escuros (quartos, subsolos), limpeza excessiva com a crença de que o lugar extremamente limpo não atrai baratas, borrifar veneno em casa várias vezes por dia sem necessidade, deixar de fazer passeios ou outras atividades por medo de encontrar uma barata.<br/>Quando a barata passa de um inseto asqueroso e se transforma em um monstro paralisante, reações exageradas acontecem como resposta a esse medo. Certa vez atendi uma pessoa que andava com um verdadeiro arsenal de guerra contra baratas dentro da bolsa, sempre estava equipava com venenos em spray e os levava para onde quer que fosse, além disso, costumava trabalhar com as pernas levantas e apoiadas na cadeira da frente, pois tinha o pensamento recorrente que alguma barata poderia estar debaixo da mesa e subir em suas pernas. Essa pessoa paralisava diante do “perigo”de estar frente a esse “monstrinho”e tomava medidas diariamente para evitá-las, o que causava um grande aumento em sua ansiedade e uma baixa qualidade de vida. <br/>Durante a psicoterapia trabalhamos para reduzir essa ansiedade e na mudança de pensamento, aprendemos o que é realmente esse medo e como superá-lo, deixando de lado crenças disfuncionais que atrapalham o dia a dia da pessoa que se imagina frente a frente com uma barata a todo instante. <br/>Todo mundo tem o direito de sair correndo quando a barata começa a voar, mas esse insetinho não pode se transformar em um monstro que atrapalha a sua qualidade de vida.

<br/></p><p>Por Psicóloga - Natali Paes</p>

Catsaridafobia

O nome é complicado, mas a “tradução”é bem simples: Fobia de baratas.

Que as baratas são insetos asquerosos, praticamente todo mundo deve concordar, mas quando o asco passa a se misturar com medo extremo, algo deve ser feito.
Correr e gritar quando encontramos baratas é algo comum na nossa cultura, quando crianças vimos nossos familiares sempre correndo dessas criaturinhas e logo associamos que “se eles que são adultos e fortes estão correndo e gritando, algo de terrível essa coisinha deve fazer”, aprendemos a nos comportar dessa forma, portanto é comum subirmos nas cadeiras ou enfrentarmos a barata com um chinelo na mão como se fossemos digladiar, Mas algumas atitudes caracterizam como fobia e devem ser levadas ao consultório, por exemplo: evitar entrar em lugares escuros (quartos, subsolos), limpeza excessiva com a crença de que o lugar extremamente limpo não atrai baratas, borrifar veneno em casa várias vezes por dia sem necessidade, deixar de fazer passeios ou outras atividades por medo de encontrar uma barata.
Quando a barata passa de um inseto asqueroso e se transforma em um monstro paralisante, reações exageradas acontecem como resposta a esse medo. Certa vez atendi uma pessoa que andava com um verdadeiro arsenal de guerra contra baratas dentro da bolsa, sempre estava equipava com venenos em spray e os levava para onde quer que fosse, além disso, costumava trabalhar com as pernas levantas e apoiadas na cadeira da frente, pois tinha o pensamento recorrente que alguma barata poderia estar debaixo da mesa e subir em suas pernas. Essa pessoa paralisava diante do “perigo”de estar frente a esse “monstrinho”e tomava medidas diariamente para evitá-las, o que causava um grande aumento em sua ansiedade e uma baixa qualidade de vida.
Durante a psicoterapia trabalhamos para reduzir essa ansiedade e na mudança de pensamento, aprendemos o que é realmente esse medo e como superá-lo, deixando de lado crenças disfuncionais que atrapalham o dia a dia da pessoa que se imagina frente a frente com uma barata a todo instante.
Todo mundo tem o direito de sair correndo quando a barata começa a voar, mas esse insetinho não pode se transformar em um monstro que atrapalha a sua qualidade de vida.

Por Psicóloga - Natali Paes

Postado 313 semanas atrás
<p><b>Perfeccionismo</b></p><p>Fazer tudo certinho demais o tempo todo pode ser um grande problema, enquanto nos preocupamos em fazer algo com perfeição deixamos de lado outras coisas que passam desapercebido, afinal, estamos utilizando uma grande energia e concentração para realizar tudo de forma perfeita. <br/>Pessoas que se cobram para realizar as tarefas com perfeição possuem a tendência de se frustrar com maior facilidade, nada nunca está bom o suficiente, logo aparecem os pensamentos que a colocam pra baixo como: “Não sou capaz de fazer nada direito”, “As pessoas vão me julgar por esse detalhe que passou desapercebido” e esses mesmos pensamentos fazem com que a pessoa perca o prazer por outras atividades e transfira toda sua energia para a tarefa, que para ela, deve ser executada com maestria e chega aquela sensação de que nunca irá alcançar seus objetivos.<br/>Para os perfeccionistas o alerta: Depressão e ansiedade além dos padrões podem ser engatilhados por esse comportamento. <br/>Fique de olho nos seus comportamentos, verifique se realmente é necessário colocar tanta energia em todos os trabalhos em que realiza, não deixe de lado suas atividades prazerosas, despreocupe quanto aquele mínimo detalhe que não foi possível realizar. Claro que mudar esse comportamento não é da noite pro dia, mas se policiar é necessário, procure um psicólogo, essa é uma grande parceria para te auxiliar a se desprender e voltar a se sentir tranquilo. <br/>Por Psicóloga Natali Paes</p>

Perfeccionismo

Fazer tudo certinho demais o tempo todo pode ser um grande problema, enquanto nos preocupamos em fazer algo com perfeição deixamos de lado outras coisas que passam desapercebido, afinal, estamos utilizando uma grande energia e concentração para realizar tudo de forma perfeita. 
Pessoas que se cobram para realizar as tarefas com perfeição possuem a tendência de se frustrar com maior facilidade, nada nunca está bom o suficiente, logo aparecem os pensamentos que a colocam pra baixo como: “Não sou capaz de fazer nada direito”, “As pessoas vão me julgar por esse detalhe que passou desapercebido” e esses mesmos pensamentos fazem com que a pessoa perca o prazer por outras atividades e transfira toda sua energia para a tarefa, que para ela, deve ser executada com maestria e chega aquela sensação de que nunca irá alcançar seus objetivos.
Para os perfeccionistas o alerta: Depressão e ansiedade além dos padrões podem ser engatilhados por esse comportamento. 
Fique de olho nos seus comportamentos, verifique se realmente é necessário colocar tanta energia em todos os trabalhos em que realiza, não deixe de lado suas atividades prazerosas, despreocupe quanto aquele mínimo detalhe que não foi possível realizar. Claro que mudar esse comportamento não é da noite pro dia, mas se policiar é necessário, procure um psicólogo, essa é uma grande parceria para te auxiliar a se desprender e voltar a se sentir tranquilo. 
Por Psicóloga Natali Paes

Postado 313 semanas atrás
<p><b>

Aprenda a dizer não.</b><br/><br/>Muita gente se enrola em problemas por não conseguir dizer NÃO. Empresta dinheiro, faz favores mirabolantes, desvia da rota para dar carona e acaba se atrasando em um compromisso, etc. Não há mal algum em dar uma mãozinha ao colega e às vezes fazer um sacrifício para ajudá-lo, mas deixar as suas prioridades e bem estar de lado, fazendo sempre algo por outra pessoa pode ser adoecedor. <br/>Portanto aprenda a dizer não, desvincule o não a uma palavra ofensiva. Ficar fantasiando o que a pessoa vai achar ao receber “não” pode tornar a tarefa ainda mais difícil. Se o “não” é tão difícil, exponha o seu lado, fale do quanto gostaria de ajudar (se realmente for o caso), mas que possui outros compromissos ou que a tarefa solicitada vai além do que você pode fazer no momento. Treine a sua assertividade, fale o que pensa de forma clara e direta, sem medo. Dizer “não”faz bem para a sua saúde, faz parte de estar em equilíbrio com as suas necessidades, aprenda a dizer não.<br/><br/>Psicóloga Natali Paes

<br/></p>

Aprenda a dizer não.

Muita gente se enrola em problemas por não conseguir dizer NÃO. Empresta dinheiro, faz favores mirabolantes, desvia da rota para dar carona e acaba se atrasando em um compromisso, etc. Não há mal algum em dar uma mãozinha ao colega e às vezes fazer um sacrifício para ajudá-lo, mas deixar as suas prioridades e bem estar de lado, fazendo sempre algo por outra pessoa pode ser adoecedor.
Portanto aprenda a dizer não, desvincule o não a uma palavra ofensiva. Ficar fantasiando o que a pessoa vai achar ao receber “não” pode tornar a tarefa ainda mais difícil. Se o “não” é tão difícil, exponha o seu lado, fale do quanto gostaria de ajudar (se realmente for o caso), mas que possui outros compromissos ou que a tarefa solicitada vai além do que você pode fazer no momento. Treine a sua assertividade, fale o que pensa de forma clara e direta, sem medo. Dizer “não”faz bem para a sua saúde, faz parte de estar em equilíbrio com as suas necessidades, aprenda a dizer não.

Psicóloga Natali Paes

Postado 313 semanas atrás