O mais importante é cuidar de você.

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Por <a href="https://www.facebook.com/natalipaespsicologa?fref=photo">Psicóloga - Natali Paes</a></p><p><br/><b>O que é a Síndrome de burnout?</b><br/><br/>Essa é a síndrome do esgotamento profissional, é o ponto máximo de estresse que o trabalhador pode chegar. O termo burnout significa que o desgaste emocional danifica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, pois, traduzindo do inglês, burn quer dizer queima e out exterior. <br/>Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes.<br/>As pessoas que chegam a esse desgaste emocional apresentam sintomas como fadiga, cansaço constante, ansiedade, distúrbios do sono, dores musculares e de cabeça, irritabilidade, alterações de humor e de memória, dificuldade de concentração, falta de apetite, depressão e perda de iniciativa. No ambiente de trabalho a pessoa fica arredia, isolada, agressiva, humor instável, baixa produtividade e faltas constantes.<br/>Todo esse desgaste e esgotamento, somado a essa lista de mal-estares pode levar ao alcoolismo, abuso de drogas e até mesmo ao suicídio. <br/>Fique de olho nesses sinais, o burnout tem tratamento medicamentoso, psicoterápico e os sintomas podem ser amenizados com exercícios físicos e lazer.

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Por Psicóloga - Natali Paes


O que é a Síndrome de burnout?

Essa é a síndrome do esgotamento profissional, é o ponto máximo de estresse que o trabalhador pode chegar. O termo burnout significa que o desgaste emocional danifica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, pois, traduzindo do inglês, burn quer dizer queima e out exterior.
Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes.
As pessoas que chegam a esse desgaste emocional apresentam sintomas como fadiga, cansaço constante, ansiedade, distúrbios do sono, dores musculares e de cabeça, irritabilidade, alterações de humor e de memória, dificuldade de concentração, falta de apetite, depressão e perda de iniciativa. No ambiente de trabalho a pessoa fica arredia, isolada, agressiva, humor instável, baixa produtividade e faltas constantes.
Todo esse desgaste e esgotamento, somado a essa lista de mal-estares pode levar ao alcoolismo, abuso de drogas e até mesmo ao suicídio.
Fique de olho nesses sinais, o burnout tem tratamento medicamentoso, psicoterápico e os sintomas podem ser amenizados com exercícios físicos e lazer.

Postado 314 semanas atrás
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Por <a href="https://www.facebook.com/natalipaespsicologa?fref=photo">Psicóloga - Natali Paes</a><br/><br/>Acordar triste, desanimado, com aquela sensação de vazio e do nada sentir vontade de chorar… Isso pode ser depressão. Diferente da tristeza, que aparece em decorrência de um fato que abala a pessoa naquele momento, a depressão aparece como uma dor constante, sem motivo, impedindo que a pessoa siga a sua rotina normalmente.<br/>Por ser uma tristeza inexplicável, muitas vezes quem está com depressão não sabe como expor o que está acontecendo e acaba sofrendo com comentários de familiares e amigos, que por ignorarem como funciona a depressão, passam a encarar o transtorno apenas como uma frescura.<br/>Comentários como “Sua vida é tão boa”, “você tem tudo o que precisa” e “procure algo para fazer” começam a surgir e isso serve apenas para aumentar o sentimento de culpa da pessoa que sofre com o transtorno depressivo, que, por mais que tente, não encontra motivos para uma tristeza tão grande e constante. <br/>A família e amigos são peças fundamentais para ajudar a pessoa com depressão e devem ser os primeiros a estarem alerta aos sinais de que algo não está bem e preparados para orientar à pessoa que procure um profissional. <br/><br/>Abaixo seguem os sintomas da depressão:<br/><br/>Sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias.<br/>Falta de interesse para realizar atividades que antes davam prazer.<br/>Alterações no peso, como perda ou ganho de peso não intencional.<br/>Insônia ou sono demasiado.<br/>Falta de energia e libído.<br/>Sentimento permanente de culpa e inutilidade.<br/>Dificuldade de concentração.<br/>Pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.

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Por Psicóloga - Natali Paes

Acordar triste, desanimado, com aquela sensação de vazio e do nada sentir vontade de chorar… Isso pode ser depressão. Diferente da tristeza, que aparece em decorrência de um fato que abala a pessoa naquele momento, a depressão aparece como uma dor constante, sem motivo, impedindo que a pessoa siga a sua rotina normalmente.
Por ser uma tristeza inexplicável, muitas vezes quem está com depressão não sabe como expor o que está acontecendo e acaba sofrendo com comentários de familiares e amigos, que por ignorarem como funciona a depressão, passam a encarar o transtorno apenas como uma frescura.
Comentários como “Sua vida é tão boa”, “você tem tudo o que precisa” e “procure algo para fazer” começam a surgir e isso serve apenas para aumentar o sentimento de culpa da pessoa que sofre com o transtorno depressivo, que, por mais que tente, não encontra motivos para uma tristeza tão grande e constante.
A família e amigos são peças fundamentais para ajudar a pessoa com depressão e devem ser os primeiros a estarem alerta aos sinais de que algo não está bem e preparados para orientar à pessoa que procure um profissional.

Abaixo seguem os sintomas da depressão:

Sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias.
Falta de interesse para realizar atividades que antes davam prazer.
Alterações no peso, como perda ou ganho de peso não intencional.
Insônia ou sono demasiado.
Falta de energia e libído.
Sentimento permanente de culpa e inutilidade.
Dificuldade de concentração.
Pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.

Postado 314 semanas atrás
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Anda descontando na comida?</b></p><p>Muita gente acima do peso diz fazer dietas e exercícios, mas que estas não ajudam em nada e logo abandonam suas metas com a balança e voltam a chutar o pau da barraca comendo mais do que deviam.<br/>Descontar na comida sem perceber (ou percebendo) pode ser um dos motivos dos seus quilinhos a mais. Além de gordo, você está ansioso! Ou ao contrário, sua ansiedade te levou a adquirir esses pneuzinhos.<br/> Estresse, tristeza, problemas com auto-estima entre outras situações que nos incomodam, aumentam a nossa ansiedade e podem nos levar a atos compulsivos, como o de comer. Muita gente, por mais que se vigie acaba assaltando a geladeira escondido e devorando guloseimas, esses pequenos assaltos são incontroláveis pelos gordinhos ansiosos.<br/>Quem tem ansiedade elevada busca um prazer imediato, então, nada melhor que uma caixa de bombons, inúmeros cafézinhos ou a indispensável sobremesa após o almoço. Não conseguir abandonar esses hábitos é um sinal claro que há algo errado.<br/> Assim como parar de beliscar é tão difícil, quando o gordinho decide começar a dieta sua ansiedade vira sua maior inimiga, afinal, o resultado é pra ontem e a cada pratada de alface corre pro espelho para verificar se está valendo a pena limitar suas refeições ao “matinho”, quando percebe que os resultados não estão na velocidade que deseja logo desiste e desconta sua frustração em uma bela pratada de macarrão.<br/> Não há dieta, nem exercício que funcione, sem antes dar um jeito nessa ansiedade. Que tal procurar a psicoterapia e se reorganizar por dentro para conseguir ver os reflexos de suas mudanças por fora?</p><p><br/>Psicóloga Natali Paes

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Anda descontando na comida?

Muita gente acima do peso diz fazer dietas e exercícios, mas que estas não ajudam em nada e logo abandonam suas metas com a balança e voltam a chutar o pau da barraca comendo mais do que deviam.
Descontar na comida sem perceber (ou percebendo) pode ser um dos motivos dos seus quilinhos a mais. Além de gordo, você está ansioso! Ou ao contrário, sua ansiedade te levou a adquirir esses pneuzinhos.
Estresse, tristeza, problemas com auto-estima entre outras situações que nos incomodam, aumentam a nossa ansiedade e podem nos levar a atos compulsivos, como o de comer. Muita gente, por mais que se vigie acaba assaltando a geladeira escondido e devorando guloseimas, esses pequenos assaltos são incontroláveis pelos gordinhos ansiosos.
Quem tem ansiedade elevada busca um prazer imediato, então, nada melhor que uma caixa de bombons, inúmeros cafézinhos ou a indispensável sobremesa após o almoço. Não conseguir abandonar esses hábitos é um sinal claro que há algo errado.
Assim como parar de beliscar é tão difícil, quando o gordinho decide começar a dieta sua ansiedade vira sua maior inimiga, afinal, o resultado é pra ontem e a cada pratada de alface corre pro espelho para verificar se está valendo a pena limitar suas refeições ao “matinho”, quando percebe que os resultados não estão na velocidade que deseja logo desiste e desconta sua frustração em uma bela pratada de macarrão.
Não há dieta, nem exercício que funcione, sem antes dar um jeito nessa ansiedade. Que tal procurar a psicoterapia e se reorganizar por dentro para conseguir ver os reflexos de suas mudanças por fora?


Psicóloga Natali Paes

Postado 314 semanas atrás
<p>Palmada Educativa não traumatiza? </p>
<p><strong id="docs-internal-guid-417439d5-8eb0-a51e-6e19-e537473989cd">Eu apanhei e não tenho traumas! Quantas vezes não escutamos essa frase? Realmente não se carrega traumas da “palmada educativa?”</strong></p>
<p>Não temos medos das brigas de trânsito? Medo de expor a opinião ao chefe e receber uma resposta aos gritos? Receio de reclamar que o grandão musculoso furou a fila? E os barracos? Quantas vezes ficamos calados para evitar os barracos aos berros em um local público?</p>
<p>Sim, temos traumas das palmadas que recebemos dos nossos pais e que afloram muito mais do que nós imaginamos. </p>
<p>Ao dar palmadas e gritarmos com as crianças mostramos que essa é uma forma aceitável de conseguir o que quer, para muitas, esse passa a ser o único jeito de impor suas vontades, desconsiderando outras formas de alcançar seus objetivos. Para conseguir o que quer ou submeter algum coleguinha as suas vontades seu filho entende que bater é permitido, afinal, o que vale é a lei do mais forte, de quem fala mais alto, e quando a palmada sai de cena é difícil obedecer as autoridades que não utilizam da agressão para punir seus comportamentos inadequados, tornando professores e outros adultos pessoas incapazes de dar ordens já que a criança sabe que sua punição maior é receber uns belos tapas. </p>
<p>As palmadas e agressões são formas de mostrar aos filhos de que quando não há diálogo ou argumentos esse é o tipo de atitude que deve ser tomada. </p>
<p>Colocar limites, regras, diálogos e explicações são formas muito mais eficientes de educar, assim, estamos também ensinando que há um outro jeito dessa criança crescer sabendo lidar com as frustrações, sem medo de se posicionar diante das opiniões, respeitando o outro e com um repertório de comportamentos saudáveis muito maior do que o nosso, adultos da geração da palmada. </p>
<p>Quando a palmada for esquecida como forma de educação, não vamos banalizar a violência, bater não é normal, agredir verbalmente ou fisicamente será um comportamento totalmente inaceitável aos olhos dos nossos filhos e sim, eles sim serão adultos sem traumas. </p>
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Palmada Educativa não traumatiza?

Eu apanhei e não tenho traumas! Quantas vezes não escutamos essa frase? Realmente não se carrega traumas da “palmada educativa?”

Não temos medos das brigas de trânsito? Medo de expor a opinião ao chefe e receber uma resposta aos gritos? Receio de reclamar que o grandão musculoso furou a fila? E os barracos? Quantas vezes ficamos calados para evitar os barracos aos berros em um local público?

Sim, temos traumas das palmadas que recebemos dos nossos pais e que afloram muito mais do que nós imaginamos.

Ao dar palmadas e gritarmos com as crianças mostramos que essa é uma forma aceitável de conseguir o que quer, para muitas, esse passa a ser o único jeito de impor suas vontades, desconsiderando outras formas de alcançar seus objetivos. Para conseguir o que quer ou submeter algum coleguinha as suas vontades seu filho entende que bater é permitido, afinal, o que vale é a lei do mais forte, de quem fala mais alto, e quando a palmada sai de cena é difícil obedecer as autoridades que não utilizam da agressão para punir seus comportamentos inadequados, tornando professores e outros adultos pessoas incapazes de dar ordens já que a criança sabe que sua punição maior é receber uns belos tapas.

As palmadas e agressões são formas de mostrar aos filhos de que quando não há diálogo ou argumentos esse é o tipo de atitude que deve ser tomada.

Colocar limites, regras, diálogos e explicações são formas muito mais eficientes de educar, assim, estamos também ensinando que há um outro jeito dessa criança crescer sabendo lidar com as frustrações, sem medo de se posicionar diante das opiniões, respeitando o outro e com um repertório de comportamentos saudáveis muito maior do que o nosso, adultos da geração da palmada.

Quando a palmada for esquecida como forma de educação, não vamos banalizar a violência, bater não é normal, agredir verbalmente ou fisicamente será um comportamento totalmente inaceitável aos olhos dos nossos filhos e sim, eles sim serão adultos sem traumas.


Postado 386 semanas atrás